A população do Panamá neste momento está nas ruas a lutar contra um contrato assinado entre o governo e a empresa canadiana First Quantum para a construção da maior mina a céu aberto de cobre da América Central.
Para além do impacto ecologio directo de uma mina destas condições, os manifestantes questionam também a velocidade com que este contrato foi aprovado no parlamento para um contrato com duração de 20 a 40 anos.
Desde Setembro que ocorrem protestos e bloqueios por todo o país argumentando que o Pananá não está a venda e tal como em outras lutas na America do Sul há uma grande presença de nativos a participar nas várias acções.
As formas de luta são várias, envolvendo barcos, camiões, carros, tractores e tudo o que sirva para bloquear algumas redes de circulação importantes para o país impedindo inclusive o fluxo de migrantes para norte.
Nesta altura os protestos continuam sem que o governo mostre grande abertura em mudar de posição, reforçando as instalações da mineradora com elementos do exercíto, nem dos manifestantes em abdicar daquilo em que acreditam.
Como resultado dos protestos o governo veio agora garantir a realização de um referendo nacional sobre o anuncio mas para já não há desmobilização nas ruas e são já vários os registos de confrontos com a polícia essencialmente nos centros urbanos e no período noturno.
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📍🇵🇦 Caravana de camiones hacia La Espiga en la autopista Arraiján &8211; La Chorrera.
CIERRES // Las protestas contra el contrato-ley minero entre el Estado panameño y la empresa canadiense First Quantum Minerals continúan este lunes, tras nueve días de cierres de vías en todo el país.
A éstas horas de la tarde continúan las protestas en mi 🇵🇦, en contra de un contrato minero donde ésta administración vende la patria, gracias a la ineptitud de una administración corrupta y mediocre.CintaCostera AvenidaBalboa PanamaPanamaValeMásSinMineriapic.twitter.com/IJYiNUR1dy