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“HÁ BUSCAS QUE FALTAM” – APOIANTES DO CLIMÁXIMO NA SEDE DA EDP
Nov 8 2023
by Publicação Comunitária
COMUNICADO
&8220;Há buscas que faltam&8221; &8211; apoiantes do Climáximo na sede da EDP
Hoje de manhã, apoiantes do Climáximo juntaram-se na sede da EDP para assinalar a desresponsabilização completa da empresa na atual crise política. Manifestantes pacíficos tentaram entrar na sede e foram travados por polícias de choque.
Ontem, a população recebeu um lembrete de que nos projetos de energia o governo e as empresas trabalham em colaboração íntima e orgânica. São esses projetos em que grandes empresas multinacionais estão envolvidas. Houve buscas, detenções e demissões. A EDP está no centro desta crise política (como está no centro da crise climática em Portugal). Mas não houve buscas, detenções ou demissões na sede da EDP. Aliás, para o CEO da EDP, foi um dia tranquilo em que ganhou 5 mil euros (como ganha todos os dias).
A manifestação de hoje trouxe ao debate público esta pergunta: se não forem as pessoas normais, quem vai responsabilizar a EDP pelos seus crimes climáticos vestidos de negócios?
As manifestantes concentraram-se à frente da sede da empresa e fizeram várias tentativas para entrar no edifício com calma e tranquilidade, enquanto a polícia fez o seu trabalho de proteger a EDP, empurrando os manifestantes e exibindo cassetetes à frente da sede.
Uma das manifestantes salientou: &8220;Quando dizemos que os governos e as empresas declararam guerra contra a sociedade e o planeta, e quando dizemos que isto é um ato deliberado e coordenado, estamos a falar não só da aliança orgânica entre governos e empresas para destruir tudo que amamos, mas também da colaboração ativa das forças do Estado para defender as empresas das pessoas comuns.&8221;
O Climáximo sublinha que mudar nomes dos funcionários estatais para fazer trabalho administrativo para as empresas é uma distração. Uma responsabilização séria só será possível quando a população resistir ativamente aos crimes contra a Humanidade. Isso só é possível se houver um debate público honesto e alargado sobre o estado de guerra em que estamos por causa do colapso climático e social. Por isso, o Climáximo anuncia um novo ciclo de ações para começar no fim de novembro.
Mais informação:
Assessoria de imprensa: Noah Zino &8211; 911857620